Ainda não se sabe qual será o impacto dos reajustes nas bombas dos postos de combustíveis, já que existem outros aspectos a serem analisados como, por exemplo, a incidência de impostos.

Apesar desse reajuste, no ano o preço da gasolina vendida às distribuidoras acumula redução de R$ 0,15 por litro. Já para o diesel, há redução de R$ 0,69 por litro.

Ainda não se sabe qual impacto que o aumento para as distribuidores terá sobre o consumidor final. Isso acontece porque os postos têm autonomia para definirem os preços que vão cobrar.

A expectativa, segundo a Abicom, é de que a gasolina deva ter um aumento de até R$ 0,34 por litro e o etanol, de R$ 0,22 nos postos.

A informação foi confirmada pela Petrobras nesta quinta-feira, 15. O novo valor passa a vigorar na sexta-feira, 16.

Apesar de não ser confirmada a elevação, a expectativa é do sindicato que representa os postos de combustíveis, o Sulpetro-RS.

Caso não haja nenhuma queda vinda da Petrobras, o novo valor do imposto passa a vigorar em 1º de junho.

Uma reunião na quinta-feira, 11, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Rui Costa (Casa Civil), o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prattes debateu a possibilidade.

Os dados foram divulgados na terça-feira, 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A medida é uma forma de amenizar os efeitos que serão provocados pela volta da cobrança dos impostos federais (Pis e Cofins).

Se as previsões se confirmarem, a gasolina pode sofrer uma aumento de R$ 0,68 por litro. Pelo menos é o que estima a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).

O reajuste de preço da gasolina pela Petrobras não ocorria há 50 dias. A última mudança havia ocorrido em dezembro de 2022, quando houve redução de 6,1% no valor do combustível.

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