A Operação Venire investiga a inserção de dados falsos de vacinação contra a covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde.

A situação vem se agravando desde o ano passado, quando o presidente da República, Jair Bolsonaro, ameaçou divulgar o nome dos técnicos que autorizaram a aplicação da vacina da Pfizer em crianças

O comunicado lembra que os diretores do órgão já foram objeto de ameaças por conta da análise sobre a possibilidade de vacinação do público infantil

Imunizantes serão utilizados para doses de reforço e também para aplicação em adolescentes e pessoas maiores de 18 anos

A meta do governo federal é de que em 2022 o Brasil tenha, ao menos, 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para garantia da vacinação em massa da população

Das 15.954 doses, 3.228 são da Pfizer, que deverão ser utilizadas para a segunda dose e outras 12.726 direcionadas para a chamada dose de reforço

Para ter acesso ao passaporte vacinal, o cidadão pode baixar o aplicativo ConecteSus ou apresentar o documento físico recebido no momento da imunização

Dessa vez serão doses da Pfizer, AstraZeneca e CoronaVac que serão destinadas para as doses de reforço em idosos, pessoas imunodeprimidas e profissionais da saúde, bem como para completar o esquema vacinal em quem já realizou a primeira aplicação

As entregas contemplam imunizantes da Pfizer, Astrazeneca/Fiocruz e Coronavac/Butantan, que serão destinados a doses de reforço para idosos, pessoas imunodeprimidas e trabalhadores da saúde, assim como para segundas doses

A informação foi confirmada pelo titular da pasta, Marcelo Queiroga, em rede social

A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) nesta segunda-feira, 27

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