Nas ações que estão em julgamento, Bolsonaro é acusado de usar a estrutura da Presidência da República para promover sua candidatura à reeleição.

Ações são decorrentes de possíveis irregularidades durante a campanha eleitoral do ano passado.

O código-fonte já está à disposição para auditoria, fiscalização e análises por entidades fiscalizadoras interessadas em, como instituições públicas, órgãos federais, partidos políticos, universidades e a sociedade civil.

O recurso pretende apontar erros ou contradições no acórdão do julgamento.

A partir de agora, defesa do ex-presidente poderá entrar com recurso.

Se ex-presidente for considerado culpado pela maioria dos ministros, inelegibilidade pode chegar a oito anos.

O TSE julga uma ação na qual o PDT acusa Bolsonaro de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

Caso Bolsonaro seja condenado, ele poderá se tornar inelegível e só poderá voltar a disputar cargo público em 2030. Além da inelegibilidade, pode ser punido com multa.

O julgamento será retomado na terça-feira, 27, quando o voto do relator, ministro Benedito Gonçalves será proferido.

Se for condenado, Bolsonaro ficará inelegível por oito anos e não poderá disputar as próximas eleições.

Em parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral, a indicação é de que o ex-presidente seja considerado inelegível no processo.

Cabe agora ao presidente do TSE, Alexandre de Moraes, definir quando o plenário vai analisar o processo. A data ainda não está definida.

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