O caso envolve o discurso proferido por Bolsonaro no plenário da Câmara dos Deputados em dezembro de 2014, quando ele era deputado federal.

A partir de agora, defesa do ex-presidente poderá entrar com recurso.

Se ex-presidente for considerado culpado pela maioria dos ministros, inelegibilidade pode chegar a oito anos.

Caso Bolsonaro seja condenado, ele poderá se tornar inelegível e só poderá voltar a disputar cargo público em 2030. Além da inelegibilidade, pode ser punido com multa.

O anúncio ocorre em meio a um processo na Justiça Eleitoral que pode deixá-lo inelegível pelos próximos oito anos.

O julgamento será retomado na terça-feira, 27, quando o voto do relator, ministro Benedito Gonçalves será proferido.

Se for condenado, Bolsonaro ficará inelegível por oito anos e não poderá disputar as próximas eleições.

Conforme o TSE, a previsão é de que três sessões sejam necessárias para discutir o assunto.

Ele desembarca no Aeroporto Salgado Filho, às 11h30min, para cumprir agenda de dois dias no Estado.

Em parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral, a indicação é de que o ex-presidente seja considerado inelegível no processo.

Cabe agora ao presidente do TSE, Alexandre de Moraes, definir quando o plenário vai analisar o processo. A data ainda não está definida.

O evento pretende filiar importantes nomes do cenário político do Rio Grande do Sul, visando as eleições de 2024, cuja meta do PL é eleger mais de um mil prefeitos em todo o país.

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